Ufa, a quanto tempo heim...
Neste post vou discutir sobre um assunto que gerou muita polêmica no início: os poderes da 4ª edição.
Desde as mudanças, o D&D 4E ainda é muito comparado com a edição 3.5 e associado aos RPG’s virtuais (como o MMO World of Warcraft).
O RPG inspira os jogos há muitos anos e desta vez, dizem que o D&D aproveitou algumas coisas dos jogos para evoluir e tornar um sistema mais divertido.
Com a reformulação de algumas regras no sistema e o balanceamento das classes, surgiram os poderes (que na verdade são as magias, proezas, orações ou evocações dependendo da classe) divididos entre os de uso sem limite / por encontro e diário.
Isso simplificou bastante e facilitou a aprendizagem do RPG para os novos jogadores.
Porém, a reclamação foi que isso simplificou demais chegando a limitar as opções. Os conjuradores (que antes dominavam) tiveram o seu poder reduzido em troca de alguns PV’s a mais; isso também gerou certa revolta.
Mais não estou aqui pra discutir isso, eu acho que os dois sistemas são dois jogos diferentes e não podem ser comparados, cada um tem seus pontos fortes e fracos
O tema do post é: Como utilizar os poderes da 4ª edição no jogo?
Por exemplo, vamos pegar o poder (proeza) de guerreiro de 1º nivel: "Rasteira Giratória".

E aí vem a pergunta: “Mas e se eu não quiser que meu personagem dê uma rasteira? Eu não imagino ele fazendo isso…”.
Simples: Você pode e DEVE adaptar. Traduza isso para um golpe inferior no inimigo ou você pode derrubá-lo com sua arma… (o que sua imaginação for capaz de criar).
Não fique limitado a sua lista de poderes, tudo o que você podia fazer nas edições antigas, você ainda pode, o RPG só tem limites pra sua imaginação! E tudo é adaptável.
Na hora de anunciar suas ações, não diga apenas: “Eu uso o poder X!”. Descreva melhor sua ação, diga como a fez, o que seu personagem sente, o que ele diz aos inimigos, etc… Garanto que suas sessões ficarão MUITO mais divertidas!
Nenhum comentário:
Postar um comentário